domingo, 27 de maio de 2018

Cena urbana

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(Foto: Totonho Laprovitera) 
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sábado, 26 de maio de 2018

Coprolalia

Georges Gilles de la Tourette (1857-1904), epónimo do síndrome.

A coprolalia é um sintoma de uma doença chamada Síndrome de Tourette. 

Além da compulsão por falar obscenidades, a síndrome pode causar tiques nervosos, como piscar os olhos, lamber as mãos ou pegar nos genitais. 

A síndrome foi identificada pela primeira vez em 1885, quando o neurologista francês Gilles de la Tourette diagnosticou os sintomas em uma nobre dama parisiense. 

Agora, não é todo mundo que fala palavrão sofre dessa doença, não. Na maioria das vezes, trata-se apenas de falta de educação. 

(Imagem: Google)

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Folga


Ao falar que havia tirado outra vez uma licença-prêmio da repartição, assim interrompendo o trabalho para descansar e dar um tempo para o repouso, Arquelau foi prontamente interpelado por Mourinha: - “Quer dizer que o colega agora tá com mais folga do que direção de jipe?!”

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Cachorros


Existe o cachorro-quente, que é um alimento tradicional norte-americano, em que se consiste de uma salsicha montada dentro de um pão sovado (de hot dog), previamente partido.

Já, o cachorro-frio, é uma boia típica da periferia fortalezense, em que se mete uma banana bem no meio de um pão d´água, no seco.

Para o cachorro-quente, o molho ideal é o ketchup. Para o cachorro-frio, é o de uma bisnagada de açucarado leite condensado, quando tem.

No cachorro-quente, além do ketchup, ainda se põe maionese, mostarda e batata palha. No cachorro-frio, quando muito, uma passada de mão nos beiços.

Refrigerante gelado acompanha o cachorro-quente. Um copo d´água bem cheio, o cachorro-frio.

Comparando qual dos dois é o alimento mais saudável, não se tem a menor dúvida que o cachorro-frio ganha do cachorro-quente de lavagem e com direito à olé!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Póstumo tributo


“Minuto de Silêncio” é um gesto de respeito e luto com aqueles que morreram recentemente. 

Sobre o assunto, duas breves e curiosas histórias. 

A primeira conta que, uma vez, quando do início de um solene evento na cidade de Sobral, ao citarem o falecimento de um ilustre e querido cidadão da cidade, um emocionado senhor pediu formalmente “meia hora de silêncio” para reverenciar a memória do morto! Ora, ora, não durou mais do que dois minutos, para a impaciência imperar e deixar todo mundo inquieto e doido pra quebrar o silêncio. 

A segunda conta que, em um jogo entre Ceará e Fortaleza, em 1984, foi instituído um minuto de silêncio, pela morte da mãe do juiz. Mas para avacalhar o preito, logo aos 5 minutos do primeiro tempo, o árbitro anulou um gol e a torcida enfurecida tacou a gritar: - "Órfão da puta! Órfão da puta!"... 

Pois é, cumprindo ou não exatamente o tempo, em distintas situações um minuto de silêncio fala muito mais do que palavras e pode expressar muito mais do que o próprio silêncio.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Subversivos por engano

Tarcísio Tavares (1933-2011).

Uma das coisas que eu dou o maior valor é bater papo, mesmo ao telefone, com o amigo Paulo Limaverde. Comumente, aos sábados, passamos um bom tempo falando de episódios da vida e das pessoas que marcaram época. 

Pois bem, conversa vai, conversa vem, chegamos ao grande boa-praça Tarcísio Tavares, o saudoso TT. Aí, Paulo me perguntou se eu sabia da razão do TT ter deixado de dirigir automóveis, eu disse que não, e ele me contou. 

No ano de 1964, acompanhado do amigo Mário Monteiro, TT retornava de uma brincadeira no Clube Somda, de uma fábrica de pastilhas cerâmicas situada na Parangaba. No trajeto, seguiam pela Avenida João Pessoa – com direito a uma rápida parada no Bar Avião – quando em sua extensão da Avenida da Universidade, desenvolvendo velocidade acima dos 40 Km/h limitados, o ás do volante TT foi surpreendido por Mário com a ordem de dobrar à direita para pegar a Avenida 13 de Maio. Para não sobrar na curva e se livrar da colisão com a belíssima “Fonte dos Cavalinhos” – a mesma que era da Praça da Lagoinha – TT enrolou o giro de uma vez e fez foi invadir os jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará! Aí, a audaz dupla se apavorou e por um triz não atropelou centenas de estudantes que realizavam uma acalorada manifestação antirrevolucionária. 

Para piorar o deus-nos-acuda, justamente naquele exato instante, chegou um enérgico batalhão de policiais militares e hipotéticos agentes federais para reprimir o movimento qualificado como “político e social contrário ao regime do poder”. No bolo, a apavorada dupla TT e Mário foi detida, quando, entre a cruz e a espada, cada um deles jurava de pés juntos que não era nem de um lado, nem de um outro. 

Prestando esclarecimentos no Dops (Departamento de Ordem Política e Social), foi fogo para convencerem as autoridades que não eram subversivos ou coisa parecida. Pense numa aflição medonha! 

E assim, liberados, TT tomou a irrevogável determinação de nunca mais na vida dirigir qualquer que fosse veículo motorizado.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

London Eye


Para lembrar do seu tempo de criança, quando era levado ao parque de diversões Shangai, para andar de roda-gigante e assim tratar da coqueluche que lhe afligia, Vaval foi bater lá na “London Eye”, onde fretou uma cabine exclusiva, só para fumar seu Cohiba Behike em paz, sorvendo a bebida alcoólica de sabor de essências herbais, de sua predileção, marcada por um sabor amargo e agridoce. Ou seja, um velho biter Campari!

(Foto: Charlie Lune)

domingo, 20 de maio de 2018

A turma do Didi

Time de futebol de salão do colégio Lourenço Filho, em 1950. 

No quinteto, da esquerda pra direita. Atrás: Neudson Braga e Renato Aragão. À frente: Maurício Carvalho, José Wilson Sales e Célio Juaçaba.

(Foto: Acervo Neudson Braga)

sábado, 19 de maio de 2018

À margem do Sena


Se tem uma coisa que Vaval dá o maior dez, é assentar uma mesa à margem do Rio Sena, em Paris, só pra ficar traçando um cassouletzim, regado a um bom vinho francês, e ficar espiando os Bateaux Mouches. 

(Foto: Charlie Lune)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Nessum Dorma


A quem interessar possa, composta em 1926 pelo italiano Giacomo Puccini, "Nessun Dorma" ("Ninguém Durma") é uma ária do último ato da ópera "Turandot". 

O musical se refere ao manifesto da princesa Turandot, determinando que ninguém dormisse, e passassem a noite buscando descobrir o nome de um desconhecido príncipe – Calaf – que aceitou a provocação cantando, mas na certeza de que o esforço seria inútil.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Azul e verde


Em certa época de minha vida, quando adolescia, eu praticava uma infinidade de pensamentos incomuns. Por exemplo, eu estranhava a inexistência do uso da combinação entre as cores azul e verde. Ora, como podia existir essa negação, se eu costumava contemplar o azul do céu emoldurado pelo verde da copa das árvores? 

Desde então, clorofilo-me de ideias. Combino o azul com o verde e, em composição de imagem e som, espiro fundo o ar do céu com o farfalhar das folhas contempladas pela luz do sol. 

Pois é, pensando bem, combinar cores exige muito mais do que bom-senso e técnica. Exige sentimento. 

(Foto: Totonho Laprovitera)

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Ao telefone


A notícia correu, dando conta de denúncia da Promotoria Universal, de um possível delito do alcaide da distante província de Puerto de Milagros. Aflita, querendo saber se um grande amigo seria envolvido, toda cautelosa, a manicure Janiely pegou o celular pink, com capa em pedrarias, e ligou para seu irmão:

- Dezenir, rapaz, nesse boneco todo, vai sobrar alguma coisa pro Junilson? 
- Não, minha irmã, Junilson é homem direito... 
- Sei... 
- É um cidadão sério... 
- Sim... 
- Honesto... 
- Arram... 
- Correto em seus negócios... 
- Tendi... 
- Entendeu o que? 
- Tamo no telefone, né?!

terça-feira, 15 de maio de 2018

Lara Amélia: Espumas ao Vento


Lara Amélia interpreta "Espumas ao Vento", com participação especial de Flávio José.

Espumas ao Vento 
(Accioly Neto)

Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim
Um grande amor não se acaba assim
Feito espumas ao vento

Não é coisa de momento
Raiva passageira
Mania que dá e passa feito brincadeira
O amor deixa marcas que não dá pra apagar

Sei que errei e tô aqui pra te pedir perdão
Cabeça doida, coração na mão
Desejo pegando fogo
Sem saber direito aonde ir e o que fazer
Eu não encontro uma palavra só pra te dizer
Mas se eu fosse você, amor, 
Eu voltava pra mim de novo

E de uma coisa fique certa, amor
A porta vai tá sempre aberta, amor
O meu olhar vai dá uma festa, amor
Na hora que você chegar.

Filha do sanfoneiro paraibano Flávio José, Lara Amélia está fazendo o maior sucesso. 

Pra quem não sabe, Lara aprendeu a tocar sanfona com o pai, lançou o primeiro CD em 2012, mas arrebentou mesmo nas redes sociais quando interpretou sucessos de Flávio, como “Caboclo Sonhador” e “Espumas ao Vento”. 

Além de tocar, Lara Amélia também compõe.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Tricolores


À caminho do trabalho, parando ao sinal do cruzamento das avenidas Historiador Raimundo Girão e Barão de Studart, fui abordado por um daqueles rapazes que lavam para-brisas de carros. Aí, antes que ele começasse o serviço, eu me antecipei e disse: 

- Amigo, estou liso! 
- E o senhor acha que me faz inveja? – respondeu. 
- Não! Mas da próxima vez eu lhe recompensarei. 
- Tudo bem, não esquenta... 

Aí, outros três se aproximaram e um anunciou: 

- Bora limpar os outros vidros! – e começaram o serviço. 
- Pelo visto, são torcedores do Fortaleza! – falei. 
- Como é que o senhor sabe? 
- Pelo sangue bom dos amigos! 
- O doutor consegue umas camisas do time pra nós? 
- Vou ver se consigo. 
- Bora Leão! – gritaram uníssonos. 
- “Fortaleza, clube de glória e tradição...” – comecei a cantar o hino. 
- “Fortaleza, quantas vezes campeão...” – emendaram. 

Porém, quando dei fé, formou-se uma extensa fila de carros, que pegaram a buzinar, e eu parti, ao som de três seguidos brados da galera: - “Uh, terror, o doutor é tricolor! Uh, terror, o doutor é tricolor! Uh, terror, o doutor é tricolor!” 

Olha, vou nem mentir, taí uma passagem que fez meu dia feliz!

domingo, 13 de maio de 2018

Cesariana

Caio Júlio César (100 a.C.-44 a.C.).

Segundo historiadores, Júlio César não nasceu em uma cesariana. Até porque sua mãe morreu quando ele já tinha 30 anos, numa época em que a maioria das mulheres não costumava sobreviver a essa operação. 

Na verdade, a cirurgia deve seu nome a uma lei promulgada por César determinando a extração dos bebês dos ventres de suas mães, quando elas faleciam a partir do sétimo mês de gestação.

sábado, 12 de maio de 2018

Maçã


Ouvindo a expressão criada no século XIX, no País de Gales, “one apple a day keeps the doctor away” – “uma maçã por dia mantém o médico longe – lembrei que a fruta possui poderes para melhorar a saúde e prevenir doenças. 

Além de possuir características antitumorais, a maçã pode evitar doenças cardíacas. E tem mais, um novo estudo aponta o suco de maçã como preventivo para afastar o Mal de Alzheimer e combater os efeitos do envelhecimento sobre o cérebro. 

Sobre maçã, Adão e Eva nunca comeram uma. Tanto, que ela nem mencionada é no Gênesis. Senão, vejamos: “… mas do fruto da Árvore que está no meio do jardim disse Deus: ‘Não comereis dele’… “ 

Provavelmente, o controverso mito da maçã é coisa da imaginação dos pintores renascentistas.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Marco Polo

Marco Polo (1254-1324).

À bem da verdade, Marco Polo não levou a massa para a Europa. Foram os árabes, durante a invasão da Sicília no ano 669, quer dizer, 600 anos antes do nascimento do célebre viajante. 

Conforme Al-Idri, historiador muçulmano, os árabes estabelecidos na ilha comiam o itriyah, um tipo de talharim seco. 

Ainda hoje existem muitas duvidas acerca da existência de Marco Polo e suas façanhas.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Calúnias

Tibério Cláudio Nero César (42 a.C.-37 d.C.).

Segunda consta na verdadeira história da antiguidade, as orgias de Tibério são um mito. 

Segundo relata Suetonio, o imperador fixou sua residência em Capri para fugir da corrupção da nobreza romana. 

Quer dizer, a tosca prática de se fabricar calúnias para denegrir alguém em benefício de outrem, é coisa que vem das antigas.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Bacon

Francis Bacon (1561-1626).

O provérbio ”se Maomé não vai a montanha, a montanha vai a Maomé” não pertence a nenhum texto sagrado islâmico. 

Ele integra uma parábola criada pelo filósofo britânico Francis Bacon, que, se fosse cearense, seguramente seria chamado de “Chico Toicim”.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Assédio e morte


Segundo o estudioso e pesquisador Axel Coarts, da University of New Taquary, a libido humana se intensifica em situações de rituais de passagem, como velório e enterro. E explica: 

- “Respondendo à investigação sobre em qual situação mais inapropriada foram assediadas, muitas mulheres apontaram o funeral. 

A despeito de ser um atentado ao pudor, não é incomum o assédio em funerais, pois a libido excita e direciona os instintos vitais, aguçando a preservação da espécie. 

Certa vez, uma dona me revelou ter sido assediada sexualmente por um aposentado, enquanto estava sendo velado o corpo da senhora dele. 

A vítima se queixou do viúvo ter se abancado ao seu lado para contar que não tinha relações sexuais com a falecida há tempos. Continuando a cantada, propôs fazer amor com a “beldade”, que iria tratá-la como nenhum homem a tratou, convidando-a a ir a um motel.

De tão transtornada, a madame disse que não soube como reagir. E que quando o esposo dela se achegou, o tarado se levantou e saiu de fininho, fingindo-se de zonzo.” 

A propósito do assunto, o professor Carlinhos Analfabético pesquisou sobre frases que se pode falar durante uma transa ou um funeral. 10 mulheres disseram: 

1. "Agora, vai descansar..." 
2. "Ai, meu Deus!" 
3. "Como vou aguentar?" 
4. "Deu o que tinha que dar." 
5. "Foi bom enquanto durou." 
6. "Mas já ficou duro?" 
7. "Também tô quase morta." 
8. "Vai me deixar na mão?" 
9. "Vai pro buraco?" 
10. "Vai, mas tá doendo muito!"