domingo, 31 de agosto de 2014

Marminino!


Tido como um estudante “burro e metido”, que enchia o saco dos professores, Thomas Edison tornou-se um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes, de grande interesse industrial.

(Foto: Google)

Seu Quequé

Seu Quequé (Ney Latorraca) com suas três mulheres: Eleuzina (Dina Sfat), Santinha (Lucinha Lins) e Nicinha (Tássia Camargo).

Baseada no conto Pensão Riso da Noite: Cerveja, Sanfona e Amor, de José Condé, Rabo de Saia foi exibida pela Rede Globo, em 1984. A minissérie se passava no Nordeste, no final dos anos 1920, onde o caixeiro-viajante Ezequias Vanderlei, o Seu Quequé, se dedicava plenamente ao amor.

Seu Quequé era um homem simpático, carismático, íntegro e trabalhador. Conservava três esposas, três famílias bem constituídas. Senão, vejamos:

Em Nova União, Pernambuco, era casado com a fogosa Eleuzina, mulher que o tomava com sensualidade e o amava com proteção. Estabelecendo uma relação madura, quase maternal, profundamente honesta, na qual o caixeiro-viajante podia se mostrar como era, Eleuzina figurava como a principal referência matrimonial de Seu Quequé. Alegre, autêntica, vivida, forte e companheira de boemia, foi com quem o caixeiro-viajante se casou primeiro e teve quatro filhos.

Em, Chegança, Alagoas, era casado com a aristocrática Santinha. Esposa do meio, Dona Santa era uma mulher que havia enviuvado cedo. Respeitadíssima na cidade, por sua posição social, e muito cobiçada por sua beleza, era a imagem do recato e da fé, na verdade, suas grandes armas de sedução. Esteve recolhida à viuvez até conhecer o Ezequias, com quem se casou três meses depois e teve mais dois filhos, criados juntos com os dois do primeiro matrimônio.

Em Catulé, Sergipe, era casado com a ninfeta Nicinha, a mais nova das três esposas do caixeiro-viajante. Sapeca, pela liberdade da idade, inconsequência e graciosidade irresistível, confundia, em dosagens harmônicas, inocência e perigo, ingenuidade e feminilidade. Com ela, "Quequezão" teve um filho e se tornou inteiramente feliz.

Naturalmente, cada uma não sabia das outras. Entretanto, com todas Seu Quequé era feliz e as fazia felizes. Sempre trajando terno de linho, chapéu-panamá, sapato de duas cores e um relógio de algibeira, ele incorporava o macho brasileiro, mulherengo e cheio de conversa. Para apresentar-se a cada esposa, chegava a mudar de personalidade, caráter e cor da roupa.

Pois é, se as esposas de Seu Quequé não passavam de uma grande fantasia, ou se eram três aspectos de uma única mulher ideal, o fato é que elas existiam, se completavam e preenchiam a vida do caixeiro-viajante.

Confúcio no Sertão


Era tarde da noite quando o carro do Sitônio começou a falhar feio, em tempo de dar o prego. Nada demais, se ele não estivesse viajando por estrada erma. Não teve dúvida, parou no primeiro lugarejo que encontrou e, batendo à porta de uma borracharia 24 horas, dando boa noite, perguntou:

- O senhor sabe me dizer onde encontro um mecânico?
- Também sou mecânico. Bocejando, respondeu o cidadão.
- É que meu carro tá falhando que só...
- Aí, ou é platinado, ou é vela...
- O senhor pode examinar?
- Claro... Ajeitando a embira da surrada bermuda.

Pois bem, mesmo naquela treva toda, o mecânico abriu o capô do aguerrido Corcel II e pôs-se a estudar o problema. Logo, tirou as velas e, com um isqueiro, começou a esquentar cada uma delas, pacientemente. As colocou de volta, verificou se a marcha estava em ponto-morto, deu partida na chave e pei-bufo: o motor parecia um reloginho suíço funcionando!

- Mas você é um craque! Comentou Sitônio.
- Bondade sua...
- É, e tem mais, você fez todo o serviço no maior breu...
- É que eu gosto de ler provérbio chinês...
- Agora eu não entendi!
- Confúcio dizia: “Mais vale acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão!”.

(Fotos: Google)

sábado, 30 de agosto de 2014

Bate-papo na Internet


Repassando.

- Você é linda!
- Obrigada!
- Você faz o que?
- Estudo jornalismo. E você?
- Sou administrador...
- Que bom! Qual a empresa?
- Sou administrador de grupo do WhatsApp...
- Vai sifu!

Parque Botânico do Ceará


Criado em 1996, o Parque Botânico do Ceará foi localiza-se no Município de Caucaia, às margens da CE-090, rodovia estadual que dá acesso às praias de Icaraí, Tabuba, Cumbuco, Cauípe e Lagoa do Banana.

Com uma área de 190 ha e um perímetro de 7053m, distando 15 km de Fortaleza, o Parque Botânico é aberto a visitação pública com função educativa e recreativa, promovendo a cultura ecológica e propiciando à população um local de lazer e recreação de cunho cultural, com informações sobre a fisionomia botânica do Ceará.

(Foto: Google)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ô turma!

Jards Macalé, Paulinho da Viola, Aracy de Almeida, Carlos Cachaça, Albino Pinheiro, Cartola e Clementina de Jesus.

(Foto: Google)

Coleta de sangue


Um assunto que eu sempre me pergunto: Até quando os laboratórios de análises clínicas realizarão coleta de sangue para exames, utilizando agulhas que furam os pacientes?

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Donos da rua


Toda quinta-feira é um Deus-nos-acuda danado, na Avenida Presidente Castelo Branco, entre o Centro Cultural Dragão do Mar e o Viaduto da FEB, vulgo Tatazão.
 
A razão é que o pessoal da feira da rua José Avelino toma conta de tudo quanto é espaço público!
 
Pois é, todo mundo vê e ninguém faz nada.

(Fotos: Totonho Laprovitera)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Fotografia

 
Rio de Janeiro, 1968.

É do fotógrafo Evandro Teixeira, este clássico registro fotográfico do período da Ditadura Militar, onde durante uma manifestação estudantil, um jovem é perseguido por policiais.

Proyecto 4 Patas


Se você comprar um cão de raça, pode ser cúmplice nesta: muitas vezes, detrás de um cachorro de raça há uma mãe estuprada.

Os animais não são coisas: não se compram, nem são dados. Se adotam!

Proyecto 4 Patas: www.proyecto4patas.org/

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Francisco Antonio

Angicos, Rio Grande do Norte.

Recentemente, lendo o livro “Famílias de Fortaleza (Apontamentos Genealógicos)”, de Raimundo Girão, presente do amigo Roberto Lincoln Barreira, concluí que meu avô paterno José Nunes Teixeira era filho de Antonio Alexandre Teixeira de Sousa, norte-riograndense de Angicos, e de Emilia Nunes, filha de José Nunes de Melo e de Florinda de Almeida Souto.

Sobre os Teixeira de Sousa, escreveu João Felipe de Trindade: “O mais velho desses Teixeira de Sousa que encontrei e do qual descendem muitos Teixeira de Sousa é Francisco Antonio Teixeira de Sousa, que teve dois casamentos: o primeiro com Marianna Lopes – filha do tenente Antonio Lopes Viégas, fundador de Angicos –, e o segundo com Joaquina Lúcia da Conceição."

Com Marianna Lopes, são seus filhos: Manoel Barbalho Teixeira de Sousa – que casou com Francisca Olímpia da Anunciação, de Francisco Lopes Viégas e Maria Josefa Oliveira –, e José Ames Teixeira de Sousa – que casou com Maria Cardolina do Amor Divino de Antonio Lopes Viégas e Anna Manoela.

Com Joaquina Lúcia, são seus filhos: Josefa Maria Bella Teixeira – que casou com Luis Maria Bernardo Alves Suassuna, filho de Antonio Bernardo Alves e Joaquina Maria da Conceição –, Antonio Maria Teixeira de Sousa – que casou com Maria Rosa de Jesus –, Francisco Inácio Teixeira de Sousa – que casou com Ana Rosa de Jesus, irmã de Maria Rosa de Jesus –, Anna Alexandrina Teixeira de Sousa – que casou com Manoel Antonio Pereira Pinto, de Antonio Pereira Pinto e Antonia Martins dos Santos –, Generosa Bela Teixeira de Sousa – que casou com Manoel Antonio Pereira Pinto (viúvo de Anna Alexandrina) –, Florinda Maria Emília Teixeira – que casou com Luiz Martins Honório de Azevedo, de José Antonio de Azevedo e Francisca Maria Duarte – e Maria Joaquina Teixeira de Sousa – que casou com Francisco Bernardo Alves, de Antonio Bernardo Alves e Joaquina Maria da Conceição.

Já viúvo, Francisco Antonio Teixeira de Sousa faleceu em 1888, de velhice, com 102 anos de idade.

(Foto: Google)

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O sucesso de Fagner


Amanhã, terça, 26/08, Fagner participará do programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo.

Certamente, dentre outros assuntos, ele dirá do seu show Pássaros Urbanos & Outros Sucessos, em cartaz na casa de espetáculos MIRANDA-Rio de Janeiro, 29 e 30/08/2014, sexta e sábado, com bilheteria esgotada desde a semana passada.

No mais,
com Zé Ramalho, Fagner está gravando um disco com os grandes sucessos dos dois, enquanto comemora a música Tanto Faz, do seu último disco, atualmente, nas paradas de sucesso de todo o país.

(Foto: Divulgação)

Corno desiludido


O corno estava deprimido em um botequim, olhando grelado para o copo de bebida! Aí, chegou um valentão, chutou a cadeira à sua frente, tomou o copo e, depois de beber tudo de um só gole, disse bem alto:

- E aí, babaca, vai reagir?
- Reagir? Eu vou é embora. Não devia nem ter saído de casa! Imagine, hoje cedo eu briguei com a mulher, sai de casa com raiva, bati meu carro, cheguei atrasado no serviço e fui demitido! Voltei pra casa, peguei minha mulher com o vizinho. Aí, eu sento num boteco, boto veneno na minha bebida, e ainda vem um imbecil que nem você e toma tudo! É de lascar! Nem pra me matar eu presto!

História contada pelo Francisco Francisco.
(Foto: Google)

Poesia Plural

Reunião do Grupo Poesia Plural, início dos anos 1990, em Fortaleza, na Casa de Margarita Solaris e Otto Cavalcante.

Da esquerda pra direita. Em pé: Margarita Solari, Gylmar Chaves, , Arlene Holanda, Batista de Lima, Diogo Fontenelle e Jorge Pieiro. Sentados: Natércia Campos, Dimas Macedo, Lindacy, Luciola Maia, Glicia Rodrigues, Juarez Leitão, Barros Pinho e Helena Lutéscia.

(Foto: Marcos Vieira)

domingo, 24 de agosto de 2014

Peteca

 
Seleção Cearense de Peteca-2014. Da direita pra esquerda. Em pé: Leandro Lopes, Lencarte Lopes, Ewerton Magalhães, Luciano e Carlos Franch Filho. Agachados: Bruno, Coronel Moure, Junior, Theo e Cyntia.

Peteca é um esporte de origem indígena brasileira, quando os índios usavam tocos de madeira e palha amarrados a penas de aves, arremessando a peça entre si como forma de diversão e atividade esportiva para aquecimento corporal no inverno.

Na peteca existe uma base onde se centraliza a maior parte de seu peso. Comumente, ela é feita de borracha, e uma extensão mais leve, de penas, para lhe dar equilíbrio ou orientar sua direção quando arremessada.

O jogo de peteca é parecido com o voleibol, pelo fato de ser praticada em um campo repartido por uma rede. A peleja conta com dois ou mais jogadores, utilizando-se as mãos, onde a peteca é atirada ao ar de um jogador para o outro, evitando que ela toque o solo numa área definida.

Atualmente, o esporte tem alcançado uma popularidade crescente em países europeus, como a Alemanha, onde existem três federações distintas. Em Fortaleza, a peteca é praticada no Círculo Militar, desde 1995.


(Foto: Acervo Theo Tavares)

As mudas que ainda falam

Por Alexandre Figueiredo.


Chico Figueiredo.
Vou contar uma do Chico Figueiredo, meu saudoso pai.
Pertinho de partir. De volta para a coisa universal, ele me pediu para levá-lo ao Mirador, a fazenda que ele mais fez.

Na passagem, exigiu entrar na Secretaria de Agricultura, onde ele tinha mandado fazer um horto, quarenta anos antes. Um horto. Produção de mudas de plantas de todo naipe.

Logo na entrada, o segurança perguntou quem era. Ele não pediu para que fosse dito que éramos duas autoridades (ele, Secretário de Agricultura que criou o parque e eu deputado estadual). Simplesmente disse que estava indo comprar mudas de plantas. O rapaz olhou e levantou o pau da entrada sem mais delongas. Acho que confiou nos beiços.

Seu Chico, então, mandou que eu fizesse a volta em torno do prédio e encostasse a camionete no horto. Coisa de belíssima vista. Desceu e disse preu abrir a tampa traseira da C-14. Uma pick-up Chevrolet. O tomador de conta viu logo quem era e perguntou quais as mudas que ele queria. Aí, ele apontou o dedo e saiu dizendo :

- Bote tantas dessa e tantas daquelas e tantas destas e tantas daquelas outras e mais tantas dessas outras e mais aquelas dali e mais dessas aqui e mais...

E foi enchendo a camionete sem deixar empilhar muda sobre muda.

Quando ficou cheia, pediu a mangueira d'água e xiringou todas as mudas até escorrer o barro na caçamba. Mandou contar e fez as contas, puxou o dinheiro. Nesse interregno, alguém foi dizer a alguém no gabinete e o tomador de contas recebeu a ordem de não cobrar. Ele disse que nunca tinha dado prejuízo ao estado e que tinha criado o horto para garantir a receita própria da Secretaria e que ele deveria continuar dando exemplo. Agradeceu.

Quando ele mandou que eu fechasse a tampa da caçamba cheia de mudas, eu, tal como ele, engenheiro agrônomo, perguntei:

- E aí pai, vamos etiquetar as mudas para quando plantar lá no Mirador a gente saber o que é.

Olha só a resposta.

- Se preocupe não, meu filho, quando elas frutificarem os comedores vão saber.

Todas elas frutificaram. Todas. Até a filgueira. E todos nós sabemos quais são os frutos.

sábado, 23 de agosto de 2014

Conhecer, enciclopédia em fascículos


Quem se lembra da Conhecer?

Com textos de fácil leitura e entendimento, com muitas ilustrações coloridas, a Abril Cultural lançou, em 1966, o que se tornaria um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos: os fascículos de uma enciclopédia em capítulos, chamada Conhecer.

Nas bancas de jornal do país, a cada 15 fascículos, era vendida uma capa dura gravada a ouro que compunha um dos 12 volumes da coleção. Daí, era só mandar encadernar.

(Foto: Google)

Joe Viterelli


Filho de italianos imigrantes em Bronx, Nova York, Joe Viterelli (1937-2004) foi um ator americano que participou de mais de 40 filmes, dentre os quais

A Firma, A Máfia Volta ao Divã, Máfia no Divã, Máfia!, Mickey Olhos Azuis, O Amor é Cego, Queima de Arquivo, Spot e Um Cão da Pesada.

(Foto: Google)

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Curiosidade

Diz o "pai dos burros" que curiosidade significa a ambição por conhecimento; o ampliar do entendimento do assunto.

Santos Dumont, em 1916.

Por exemplo. Curiosamente, o inventor brasileiro Alberto Santos Dumont (1873-1932) não era de grande estatura. Pesava cerca de 41 quilos e tinha 1,53m de altura.

(Foto: Google)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Turfe: Boa nova!


 José Lírio e Chico Chagas.

A boa nova no Jockey Club Brasileiro, no Hipódromo da Gávea, o maior do Brasil, é a parceria entre o empresário Chico Chagas (Chico & Alaíde) e o comendador José Lírio Aguiar, turfista apaixonado e detentor de grandes conquistas nesse tradicional esporte que promove corridas de cavalos.

A parceria entre Chico e José foi batizada pelo cantor Raimundo Fagner.

Ganha o turfe brasileiro.

A Vênus Negra

Saartjie Baartman.

Nascida na África do Sul, Saartjie "Sarah" Baartman (1789-1815) foi a mais famosa mulher usada como atração secundária de circo, na Europa do século XIX.

Apelidada de Vênus Negra,
Saartjie exibia seus surpreendentes volumes corporais, onde, mediante a pagamento extra, seus donos deixavam aos visitantes tocar-lhes suas abundantes nádegas.

No final de 1814, um francês, domador de animais, comprou Saartjie como prostituta ou escrava, mantendo-a em duras condições e exibindo-a totalmente nua, contrariando o seu desejo de nunca mostrar os órgãos genitais. Em festas noturnas, muitos divertiam-se apalpando o corpo da indefesa mulher, exposta a multidões que mangavam dela.

Quando as exposições findaram, Saartje foi levada a prostituir-se e tornou-se alcoólatra. Morreu em 1815 de uma doença inflamatória. Para não ter de pagar o enterro, o domador de animais vendeu seu cadáver ao Museu do Homem, em Paris.

Nos anos 1940, alguns apelos pediam a restituição de seus restos mortais. Quando se tornou presidente da África do Sul, Nelson Mandela solicitou formalmente à França a devolução dos restos mortais de Saartjie Baartman, quando, em 2002, foram sepultados em sua terra natal, Gamtoos Valley.

(Foto: Google)

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Cultura


Nunca é demais lembrar que a cultura não precisa ser inventada. A cultura já existe por si mesma, entretanto, ela necessita de apoio, suporte e gestão.

(Ilustração: Google)

Ô turma!

Billy Blanco, Odete, Dorival Caymmi, Zé Keti, Tom Jobim e Cartola.

(Foto: Google)

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Língua


Você sabia que observar a própria língua para medir de como anda a saúde é uma prática milenar?

Pois é, examinar a língua para descobrir doenças não é nada de novo. A prática é usada há mais de 5 mil anos pela medicina chinesa e, segundo a antiga sabedoria, o órgão contém extensões dos meridianos do corpo, possibilitando a visualização da energia dos órgãos vitais.

Agora, observem, o diagnóstico pela língua é complementar e não dispensa uma avaliação geral do paciente.

(Foto: Totonho Laprovitera)

Fernanda Colombo


Em entrevista à Folha de São Paulo, a competente bandeirinha Fernanda Colombo, 23, disse que gostaria de ser conhecida por seu trabalho e que não tinha pretensão de posar nua.
 
(Foto: Google)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Pesquisa eleitoral

Repassando:

 
“Temos que ter cuidado com as pesquisas, pois nem sempre refletem a tendência do eleitorado.
 
Um amigo meu realizou um levantamento por conta própria e concluiu que a próxima Presidente da República vai ser a mãe dele.
 
Ele telefonou para 1.253 pessoas, entre duas e quatro horas da madrugada, e perguntou:
 
- Em quem você vai votar para Presidente?
 
Duas respostas foram respondidas com unanimidade:
 
- Na rapariga da tua mãe!
 
Ou,
 
- Na PQP!"
 
(Foto: Google)

No tempo do Oi da Pedra



Lembro que, na segunda metade dos anos 1960, a onda da juventude praiana fortalezense era pegar carretilha, nas praias do Náutico, AABB, Diários e Ideal. Lembro, como se fosse hoje, do Humberto Cachorrão, com os olhos encarnados pelo sal do mar, tomando sorvete de chocolate, no Náutico, abraçado com a sua prancha de isopor, vestida com uma bem cortada e costurada capa vermelha, confeccionada pela sua mãe. Lembro, também, de uma enorme prancha de madeira, apelidada de Pirocão, com a qual o Ronaldo Fazendeiro, Sérgio Capibaribe e André Grieser pegavam onda no Olho da Pedra, defronte ao Náutico.

Segundo Rodrigo Gurgel de Oliveira, nos primórdios do Oi da Pedra, surgiu a primeira prancha de s”urf de pé”, feita em compensado nas cores azul e branca, e que era a do Boinha. Logo depois, o Lula Costa trouxe dos EUA uma de fibra de vidro. De cor amarela, media cerca de 3,5 metros e era preciso duas pessoas para carregá-la à praia. Depois, Gladstone, irmão do Lula, surfou com essa prancha que, de tão grande, foi cortada em duas novas, de tamanho médio.
 
Agora, diz o Paulo Teixeira, que pegava onda era “no peito”. Já, o Mateus Silva, nas taubinhas que os taiobeiros emprestavam.

Hoje, escondido pelas edificações que teimam em invadir a nossa orla marítima, o Oi da Pedra é uma formação rochosa na Praia do Meireles que adentra ao mar de forma poética. Como, em versos, poetiza o quebrar de cada onda na enseada do Mucuripe. Acho que foi lá onde o surf começou no Ceará.

Já, no início dos anos 1970, com modernas pranchas em fibra de vidro, os primeiros surfistas cearenses foram batizados no Oi da Pedra. Para lembrar de alguns, em ordem alfabética, cito os nomes de: Alfredo Montenegro (Alfredinho), André Grieser, Anselmo Mororó, Antonio Carlos Quinderé (The Quindere’s), Carlos Ramos (Carlinhos Pretão), Gladstone Costa, Humberto Lima (Cachorrão), Jorge Meneleu Fiúza (The Jorge), Junior Viana (Sibite), Kelson Martins, Lourenço Macedo (Lolô), Odalto Castro, Paulo Carvalho Júnior (Canário), Ronaldo Martins (Fazendeiro), Sérgio Capibaribe, Tarcisio Ramos (Grafite) e Walmir Castro Junior (Juninho, hoje, Neo Pineo).

Pois é, alguns parafinados, grausados, outros não, esses foram os jovens audazes e pioneiros na arte de deslizar nas mornas águas bravias dos mares do meu Ceará.

(Foto: Google)

Bakunin!


Por obséquio, Seu Intelectuoide, pare de confundir Bakunin com Bacurim!

O teórico político russo Mikhail Aleksandrovitch Bakunin foi um dos principais expoentes do anarquismo, em meados do século XIX.

O bacurim (bacorinho) é um bácoro pequeno, ou seja, apenas um porco novo.

domingo, 17 de agosto de 2014

Ventos, velas e veleiros


“Do arquiteto e artista plástico Nearco Araújo, o livro 'Ventos, velas e veleiros' reúne um conjunto de obras sobre o universo das embarcações cearenses, uma das manifestações mais importantes e diversificadas da nossa cultura material e imaterial.

Com pesquisa e texto do arquiteto e urbanista Romeu Duarte Júnior, professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFC, a publicação valoriza o tradicional acervo naval cearense.

‘As jangadas, as construções leigas e cultas, as formas de expressão e os saberes e fazeres cearenses dizem tanto de sua formação erudita ligada à arquitetura e ao design quanto de sua entrega à pesquisa obsessiva dos objetos populares do cotidiano e dos meios possíveis para a reprodução de sua forma e constituição. Nenhuma surpresa: trata-se de um arquiteto formado num tempo em que os arquitetos ainda desenhavam’, afirma Romeu Duarte.“ 
 
Seguramente, 'Ventos, velas e veleiros' é de uma imensa preciosidade para o patrimônio cultural cearense.

Beijo


Do latim basium, beijo é o contato dos lábios em outra pessoa ou em algo. Na cultura ocidental é tido como um gesto de afeto. Entre amigos, é usado como cumprimento ou despedida. O beijo nos lábios é sinal de carícia romântica ou de desejo sexual. Também existe o beijo de língua, de forte conotação erótica, em que os pares fazem movimentos mútuos com a língua um do outro.
 
Quanto ao beijo de respeito, ele é de origem antiga. Geralmente, representa lealdade, humildade e reverência.

(Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

É mentira, Terta?


Pantaleão Pereira Peixoto, personagem do humorista Chico Anysio, era um velho de pijama que adorava ficar sentado em sua cadeira de balanço na companhia de Terta, sua mulher, e Pedro Bó, menino que resolveu criar.

Pantaleão, que dava o maior valor contar descomunais e exagerados casos, todos ocorridos em 1927, ficou conhecido pelo bordão "É mentira, Terta?".

(Foto: Google)

sábado, 16 de agosto de 2014

Cinema brasileiro

Lina Bo Bardi, Glauber Rocha (agachado) e equipe técnica do filme "Deus e o Diabo na Terra do Sol", em Canudos, Bahia, em 1963.

(Foto: Google)

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Joaninhas


Ao contrário do que muitos pensam, as joaninhas possuem variados padrões de aspecto.

(Fotos Google)

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Vida

“A vida é muito curta para ser pequena.” (Benjamin Disraeli - 1804-1881, Primeiro Ministro da Rainha Vitória)

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

MPB Futebol Clube

Preliminar de Cruzeiro x Atlético, na decisão do Campeonato Mineiro de 1975, que ocorreu em janeiro de 1976.

Da esquerda para direita. Em pé: jornalista de MG, ex-jogador do Cruzeiro, Pitti, Simonal, ex-jogador do Atlético e Jair Rodrigues. Agachados: Vicente de Paula (organizador da pelada), Sylvio Cesar, Arnaud Rodrigues, Flávio Cavalcante Jr. e Betinho.

(Foto: Google)

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Parece que foi ontem


Nos anos 1960, Chico Anysio, Elis Regina e Wilson Simonal.

(Foto: Google)

Nivaldo


Foi na quarta-feira da semana passada que, ao chegar na repartição, notei o clima cinzamente triste. Na sala, muda e sem graça, da turma em que toda manhã batemos o maior papo, antes de pegar o serviço, estava faltando um: Nivaldo.

Aí, a notícia me pegou de supetão. Assim como os bons, simples e humildes, Nivaldo havia partido sem ao menos se despedir dos companheiros de trabalho. Não deu tempo.

Pois é, se servir de conforto, resta-nos a certeza de que o sincero e tímido sorriso do bom Nivaldo ficará escancarado nas nossas lembranças, todas as vezes em que nos encontrarmos.

Nivaldo, foi muito bom ter prezado da sua amizade.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Marcos Lessa e Raimundo Fagner

Marcos Lessa e Raimundo Fagner.

Hoje, no estúdio Ararena, Marcos Lessa e Raimundo Fagner finalizaram a gravação da canção Contrasenso, de Martinha e Milton Carlos.

Em setembro próximo, Marcos Lessa realizará show no Via Sul, em Fortaleza, quando lançará seu CD de estreia.

(Foto: Totonho Laprovitera)

Ética


“Tudo o que não puder contar como fez, não faça.” (Immanuel Kant - 1724-1804, filósofo alemão)

domingo, 10 de agosto de 2014

Boca Junior, 1961

Na Argentina, em 1961, o vitorioso time do Boca Juniors trazia 5 brasileiros em sua formação titular. Eram eles: Edson Malhado, Orlando Peçanha, Maurinho, Dino Sani e Paulo Valentim.
 
Da esquerda pra direita. Em pé: Rattin, Marzolini, Carlos Rico  (reserva do brasileiro Edson Malhado, então contundido), Roma, Benitez (peruano) e Orlando Peçanha (brasileiro). Agachados: Maurinho (brasileiro), Dino Sani (brasileiro), Paulo Valentim (brasileiro), Grillo e Yudica.

(Foto: Google)

MPB Futebol Clube

Da esquerda pra direita. Em pé: Paulinho Tapajós, Zeca do Trombone, Wilson Simonal, Gato Felix, Fagner e Agnaldo Timóteo. Agachados: Miltinho, Betinho, Ruy, Chico Buarque e Tobias.
(Foto: Google)

sábado, 9 de agosto de 2014

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ô turma!

Canhoto, Dino, Abel Ferreira, Elizeth Cardoso, Clementina de Jesus, Cartola e Pixinguinha.

(Foto: Google)

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Jackson do Pandeiro em Sobral


Pescamos do Zezinho Ponte este flagrante fotográfico onde no ano de 1962, na heráldica cidade de Sobral, Jackson do Pandeiro se apresentou no Cine Rangel, com a participação do violonista Vilamar Damasceno e do cantor sobralense Cossias.

(Foto: Acervo Zezinho Ponte)

Tempo e Pensamento


Tempo e Pensamento
(Humberto Pinho / Totonho Laprovitera)

Na cidade grande com pressa o olho corre
na velocidade do pensamento
A busca do sentimento
do grande amor da vida,
na hora devida sempre faz lembrar
que a gente existe tal qual chama
que arde ao tempo de se amar

Tempo e pensamento, em todas as horas
ao longe um breve olhar no sinal fechado
as ondas de luz violeta
todos os caminhos fazem abrir
e o rádio toca a canção que eu fiz pra ti

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Robert's


Na Fortaleza dos anos 1990, uma das melhores lojas de moda masculina era a Robert's, do grande e saudoso Beto Picanço.

(Foto: Google)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

INAMPS


O INAMPS era uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Previdência e Assistência Social (hoje Ministério da Previdência Social), criado pelo regime militar em 1974 pelo desmembramento do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), que hoje é o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

O Instituto tinha a finalidade de prestar atendimento médico/dentário aos que contribuíam com a previdência social, ou seja, somente aos contribuintes de toda forma e seus dependentes.

(Foto: Totonho Laprovitera)

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O tobogã dos Diários


Sendo um brinquedo único no terreno vizinho ao Clube dos Diários, no início dos anos 1970, em Fortaleza, o Tobogã era um verdadeiro parque de diversões.

E assim funcionava: a moçada pagava o ingresso, subia por uma desconfortável escada, sentava num saco encerado e deixava-se escorregar ondas abaixo, velozmente, pela superfície metálica do brinquedo.

E haja fila!

(Foto: Google)

domingo, 3 de agosto de 2014

O escritório do arquiteto


A reunião era no novo e incógnito escritório do arquiteto. Para um novo conceito de arquitetura, a equipe técnica dos projetos de engenharia provaria do desafio de enfrentar o que ultrapassaria a vanguarda.

Ao chegarem no escritório, curiosos e surpresos, todos os engenheiros se abismaram com o que lá se depararam: uma ampla sala onde ecoava o silêncio da sua alva cor, no vazio de seu ambiente, sem um móvel, sequer. Aí, de braços escancarados, o arquiteto os recebeu, anunciando: - "Senhores, bem-vindos sejam ao mais novo e avançado escritório de ideias do planeta: o da nossa imaginação!"

(Foto: Google)

Esculturas efêmeras


Indagado sobre qual a razão de não ter sido convidado para participar da Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras, em Fortaleza, em 1986, o genial Zé Pinto respondeu:

- Vai ver que é porque as minhas esculturas são mácharas...

(Ilustração: Válber Benevides)

sábado, 2 de agosto de 2014

Buffalo Bill


Em 1990, um dos melhores restaurantes de Fortaleza era o Buffalo Bill, na Avenida Dom Luiz.

(Foto: Google)